PROPÓSITO DO BLOG

Esse blog tem por objetivo principal despertar a Igreja de Jesus Cristo, para trabalhar em prol da necessidade do reino de Deus. O tempo tem se passado, a promessa de Atos 1:8 já nos foi dada, onde Deus nos capacitou com revestimento de poder, com um propósito definido: testemunhar tanto em Jerusalém, Judéia, Samaria e até os confins da terra. O que temos feito com Espírito Santo em nossa vida? Estamos trabalhando como servos, ou estamos buscando a quem possa nos servir? Em Mt 20:28, vemos que Jesus não veio para ser servido, mas para servir, dando a nós o exemplo de trabalho. Então, o nosso propósito maior nesse blog é chamar a atenção dos que já desanimaram e estão quase parando.

SEJA MAIS UM PESCADOR DE ALMAS !


Entendendo as profecias bíblicas

O profeta Isaías fala da oração de quando Jerusalém estiver cercada dos exércitos das nações confederadas sob a Besta, e os judeus estiverem sem mais qualquer esperança de salvação, a ponto de serem tragados pelo inimigo, então clamarão angustiados a Deus. É nessa situação crítica de Israel que o Senhor Jesus descerá, em seu socorro, sobre o monte das Oliveiras, em Jerusalém.
Em Daniel 2.34 está escrito: “Uma pedra foi cortada sem auxílio de mãos, feriu a estátua nos pés de ferro e de barro, e os esmiuçou”. Vemos assim que a última forma de governo da terra não será o comunismo ateu e anticristão, como este apregoa.
Quanto a Satanás, será expulso dos céus. Os céus têm sido a sede das atividades dele, desde a sua expulsão de lá: "Como caíste do céu, o estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações”(Is 14.12). Ele quis elevar-se a si mesmo quando se rebelou contra Deus (is 14.13,14), e desde então o seu caminho tem sido de descida. Foi expulso do céu para os ares; daí será expulso para a terra, e daí descerá para o Lago de Fogo e Enxofre (Ap 20.2,10).
O Anticristo não será o Diabo, nem Judas Iscariotes, como alguém já se aventurou a dizer. Ele será um homem como os demais, isto é, nascido de mulher. João o viu sair “do mar”, isto é, dentre o povo.
Quando Jesus julgar as nações, ao retornar a esta terra, a sua população estará muito reduzida em conseqüência dos cataclismos sobrenaturais, inevitáveis e incontroláveis que desabarão sobre este mundo ímpio. Destarte, o julgamento das nações descrito em Mateus 25.31-34, 41, 46, será apenas a consumação daquilo que já começou muito antes, sob selos, trombetas e taças de juízos divinos.
O local de juízo, Vale de Josafá, até hoje é desconhecido; nunca existiu. Talvez seja formado pelo fenômeno sobrenatural de Zacarias 14.4, no momento em Jesus descer à Terra. Certamente nessa mesma ocasião será formado o vale de Sitim, também desconhecido, mas mencionado em Joel 3.18.
O Milênio é o maravilhoso reinado de Cristo na Terra por mil anos. Há aqueles que totalmente materializam o Milênio, e os que no todo o espiritualizam. Evitemos esses extremos. Em 1 Coríntios 6.2 está dito que os santos hão de julgar o mundo. Onde e quando será isso? Só pode ser durante o Milênio. Será no futuro: “hão”. Será no “mundo”. A palavra original aí, para “mundo” é “kosmos”, que além de significar o mundo físico, material, também significa os ocupantes dele, isto é, a raça humana (Sl 2.8,9; Is 65.21 Dn 2.35b; Zc 9.10;14.9; Ap 5.10;11.15). O Milênio será uma teocracia, isto é, Cristo reinará diretamente, através de seus representantes. A profecia inicial disto está em Gênesis 49.10. Outras referências são Is 1.26 e Dn 7.27.
A santa cidade de Jerusalém celestial descerá e pairará nas alturas, sobre a Jerusalém terrestre. Essa glória divina será visível a partir do templo (Ez 43.4). Toda carne será manifesta, certamente por efeito miraculoso (Is 35.2b e 40.5). Os salvos virão à Terra sempre que quiserem. Jesus já ressusreto passou quarenta dias entre os seus. Teremos um corpo como o de Cristo ressusrreto, que se locomovia sem limitações. O conhecimento de Deus será universal. Caravanas das nações irão a Jerusalém buscar a lei do Senhor. Isso significa que o pecado será removido da terra. A natureza humana continuará a mesma, mas, devido às bênçãos do reinado e da presença pessoal de Cristo, e estando satanás preso, ninguém terá obstáculos espirituais para seguí-Lo.
Satanás será solto após o Milênio. Mediante essa liberdade provisória de Satanás, Deus demonstra pela última vez quão pecaminosa é a natureza humana, e que o homem por si mesmo jamais se salvará, mesmo sob as melhores condições. O homem falhou antes da queda, sob as condições mais favoráveis possíveis; falhou sob a Graça, e, falha sob as condições gloriosas do Milênio.
Haverá o julgamento final dos mortos ímpios. Os livros do Céu serão abertos. Os mortos serão julgados pelo que está escrito nos livros.
E quanto ao eterno e perfeito estado, Jesus fez menção desta era perfeita em Lc 20.35. Aqui finda o tempo na história humana e começa o “dia eterno”. Se pudéssemos todos apreciar de fato, pela visão do Espírito, o que é o Céu, a eterna bem-aventurança dos salvos, teríamos tanto desejo de ir para lá, e nos desprenderíamos tanto das coisas daqui, que o Diabo não teria um só torcedor; um só amigo seu na terra.
A Bíblia menciona ainda uma sucessão de eras futuras, sobre as quais nada é dito no presente, “para mostrar nos séculos vindouros a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus”(Ef 2.7). Certamente, á medida que essas eras bíblicas forem passando, conheceremos mais e mais as insondáveis riquezas da sua graça.

Epístola de Judas

1.      Análise teológica
A Epístola de Judas desenvolve a história da apostasia da Cristandade desde os primeiros elementos que se insinuaram na Igreja, para a corromperem, até ao seu julgamento, até ao aparecimento de nosso Senhor - apostasia moral que mudava a graça de Deus em dissolução. Em João, eles tinham saído; aqui, tinham-se introduzido, corrompendo. Esta epístola é muito pequena, contendo lições apresentadas muito brevemente e com a rapidez enérgica do estilo profético, mas tem uma imensa importância e um alcance considerável. O mal que se infiltrou no seio dos Cristãos não cessará até que o Juízo o destrua. Judas fala de apostasia, do abandono pela Assembléia do seu estado primitivo perante Deus. O abandono da santidade da fé é o assunto de que Judas trata. Certas pessoas tinham-se introduzido entre eles, sem eles o saberem.
             Tendo assinalado o mal que se tinha insinuado secretamente entre os cristãos, a Epístola revela-lhes que o Juízo de Deus é executado contra aqueles que não andam segundo a posição em que Deus os tinha primeiramente colocado. O mal não consistia somente em certos homens se terem introduzido sorrateiramente no meio dos Cristãos - o que era já, só por si, um grande mal, porque a ação do Espírito Santo era assim entrava entre os Cristãos - mas também que, e em definitivo, o conjunto do testemunho perante Deus, o vaso que continha esse testemunho se corromperia (como tinha acontecido com os Judeus) a um tal ponto que chamaria sobre si o Juízo de Deus.
Judas resume os três gêneros aos caracteres do mal e do afastamento de Deus. Em sua epístola, ele assinala o da natureza, a oposição da carne ao testemunho de Deus e ao Seu verdadeiro povo, o livre curso que esta inimizade dá à vontade da carne. Ele também fala do mal eclesiástico do ensino do erro por causa de uma recompensa, sabendo-se, no entanto que este ensino é contrário à verdade e contra o povo de Deus. Ele também mostra a oposição aberta, a rebelião contra a autoridade de Deus.
No tempo em que Judas escreveu a sua epístola, os que Satanás introduzia na Igreja para ali abafarem a vida espiritual e conduzirem ao resultado que Espírito contempla proteticamente, permaneciam no meio dos santos e tomavam parte nos piedosos ágapes onde se assemelhavam em testemunho do seu amor fraternal. Esses homens eram manchas ou nódoas que caíam nessas santas refeições, passando sem temor nas pastagens dos fiéis. O Espírito Santo denuncia-os energicamente. Estavam duplamente mortos, por natureza e pela sua apostasia; sem fruto, ou trazendo fruto que se estragava, como se fora da estação própria; desarraigados, escumando por todo o lado as suas infâmias; estrelas errantes, reservadas para as trevas eternas.
O que há de mais impressionante na Epístola de Judas é que ele segue a corrupção da Assembléia desde a entrada imprevista de alguns até ao seu julgamento final, e mostra que essa corrupção não cessou, mas passa por fases variadas até hoje.
2.      Análise literária

O livro de Judas tem, numa perspectiva estruturalista, três subtemas:
1. A ocasião da carta;
2. Os falsos mestres;
3. Conselho aos verdadeiros crentes.
A epístola é bem pequena e tem apenas 25 versículos em um único capítulo. Inicia-se com uma curta introdução de dois versos, fala sobre o perigo da atuação de homens perversos que estavam tentando alterar o propósito da fé cristã. Dá exemplos históricos sobre os falsos mestres descrevendo o caráter destes, destaca o viver em santidade como o objetivo dos convertidos e conclui com sua benção apostólica.
As figuras de linguagem utilizadas nos falam de elementos que não se encontram fixos, não têm firmeza, encontram-se em movimento constante: nuvens levadas pelo vento, árvores que não estão presas por suas raízes, ondas do mar, estrelas cadentes. Os falsos mestres não conseguem se firmar dentro da verdadeira igreja do Senhor. Por isso é que acontecem os escândalos e eles se vão. Vemos no texto também a questão da inutilidade de tais pessoas. Uma estrela cadente não serve como ponto de referência. Ondas bravias só causam destruição. Nuvem sem água não produz chuva. Além disso, é levada pelo vento e nem sombra produz. O mesmo acontece com a árvore que, além de não ter frutos, foi arrancada. Nesse caso, o que não é útil pode se tornar uma ameaça. Então, nada lhe resta senão o fogo, que representa o juízo divino.

Conseqüência do Pecado

            O relacionamento entre Deus e os homens de franca comunhão, amor, confiança e segurança, foi trocado por isolamento, auto defesa, culpa e banimento. O pecado trouxe a queda e este fez com que Adão e Eva entrassem em degeneração. A intimidade e a inocência cederam lugar à acusação (jogavam a culpa um sobre o outro) (Gn 3.12,13). Seu desejo rebelde pela independência trouxe conseqüência para a sua vida.

            Deus havia provido tudo para o bem do homem e havia lhe proibido uma única coisa. Ao ceder à voz de Satanás, o homem escolhe agradar-se a si mesmo, desobedecendo deliberadamente a Deus.  Era um ato de egoísmo e rebelião inescusável. Em verdade era atribuir a si o lugar de Deus.
            Seus olhos realmente foram abertos e eles conheceram o bem e o mal (mediante um atalho), mas era pesado esse conhecimento sem o equilíbrio de outros atributos divinos, como o amor, a sabedoria e o conhecimento.
            A falta de equilíbrio na queda trouxe várias conseqüências. Adão e Eva conheceram pessoalmente o mal. “Seus olhos foram abertos”, as mentiras de Satanás estavam entrelaçadas com um fio de verdade. Adão e Eva chegaram a assemelhar-se a Deus, distinguindo o bem e o mal, porém seu conhecimento se diferencia do conhecimento de Deus, em que o conhecimento deles foi o da experiência pecaminosa e contaminada; Deus, ao contrário, conhece o mal como um médico conhece um câncer. Porém, o homem caído conhece o mal como o paciente conhece sua enfermidade. A consciência deles despertou para um sentimento de culpa e vergonha.
            A natureza humana corrompeu-se. O homem adquiriu a tendência para pecar. Já não era inocente como uma criança, mas sua mente se havia sujado e ele sentia vergonha de seu corpo. Outra prova foi que lançou a culpa sobre os outros; pois Adão chegou a insinuar que Deus era o culpado: “A mulher que me deste... me deu da árvore...” este é o pecado original ou a natureza de caída do homem. Deus castigou o pecado com dor, sujeição e sofrimento. Um Deus santo não pode passar por alto a rejeição de suas criaturas. A mulher sofrerá dores de parto e estaria sujeito a seu marido (Gn 3.16).
            Interrompeu-se a comunhão com Deus, e então fugiram da sua presença. O pecado sempre despoja a alma da pureza e do gozo da comunhão com Deus. Essa é a morte espiritual e cumpre num sentido mais profundo, a advertência de que o homem morreria no dia em que comesse do fruto proibido (Gn 2.17).
            “No dia em que dela comeres certamente morrerás”.
            O homem foi criado capaz de viver eternamente; isto é, não morreria se obedecesse a lei de Deus. Para que pudesse “lançar mão” da imortalidade e da vida eterna, foi colocado de um pacto de obras, figurado pelas duas árvores – a árvore da ciência do bem e do mal e a árvore da vida. Desse modo a vida estava condicionada à obediência, enquanto Adão observasse a lei da vida teria direito à árvore da vida. Mas desobedeceu. Quebrou o Pacto de vida, e ficou separado de Deus, a fonte da vida. Desde esse momento, teve a morte o seu inicio. Mas notemos que o castigo incluía mais que uma morte física; a dissolução física era uma prova do desagrado de Deus, do fato que o homem estava sem contato com a fonte da vida. Ainda que Adão se tivesse se reconciliado mais tarde com seu Criador, a morte física continuaria de acordo com o decreto divino: “no dia em que comeres certamente morrerá”.
            A morte física veio ao mundo como castigo, e, nas escrituras, sempre que o homem é ameaçado com a morte como castigo pelo pecado, significa primeiramente a perda do favor de Deus. Assim o homem pecador já está morto em ofensas e pecados e no momento da morte física ele entra no mundo invisível na mesma condição em nós no grande julgamento o Juiz pronunciará a sentença da segunda morte, que envolve indignação e ira, tribulação e angústia (Rm 2.2-12). De maneira que a morte, como castigo não é a extinção da personalidade, e, sim, o meio de separação de Deus. Há três fases desta morte: morte espiritual, enquanto o homem vive (Ef 2.1; 1Tm 5.6); a morte física (Hb 9.27); e a segunda morte ou morte eterna (Ap 21.3; Jo 5.28,29; 2Ts 1.9; Mt 25.41).

Barreiras à Evangelização

Jesus e seus apóstolos chamaram a todos nós, que conhecemos a Jesus Cristo, para a tArefa de alcançarmos as pessoas à nossa volta. Entretanto, se formos honestos, teremos que admitir que a grande maioria acha esse chamado muito difícil, se não quase impossível. Posto frente a frente com o desafio de tornar o Evangelho conhecido das pessoas de nossas famílias, locais de trabalho e vizinhança, muitos de nós nos sentimos impotentes, desanimados e vencidos. Pode ser que você não se sinta tão desanimado sobre evangelização, mas bem poucos crentes acham fácil ou cômoda a tArefa de compartilhar o Evangelho.
1ª Barreira: O muro da culpa
InfeliZmente, muitos crentes têm medo de evangelização e podem chegar até ao ato deliberado de faltar à Igreja quando este é o tema proposto do sermão. Por que isto ocorre? A triste verdade é que frequentemente a pregação e ensino a respeito da evangelização opera através da tentativa da indução de culpa.

2ª Barreira: Falta de confiança
Outro muro interior é nossa falta de confiança na nossa habilidade de apresentar o Evangelho de maneira clara, ou de responder aos desafios que as pessoas possam eventualmente apresentar contra a mensagem cristã. neste momento, lembre-se do apóstolo Paulo que, mesmo com muita resistência, não deixou de evangelizar.
Conhecer nossos próprios temores e fraquezas é o ponto de partida para todo crescimento, porque esse conhecimento nos leva a orar por nós mesmos e requer de nós reconhecer, perante os outros, que não somos de maneira alguma adequados para as tarefas para as quais Deus nos chamou.

3ª Barreira: Incerteza sobre o método evangelístico
Uma terceira barreira interior com a qual muitos de nós lutamos é a incerteza, confusão e, talvez, aversão a alguns métodos evangelísticos que nos são impostos e são comumente praticados. Existem muitos testemunhos de cristãos tímidos que tomaram coragem e receberam ousadia do Senhor para irem de porta em porta para anunciar as boas novas da salvação e obtiveram resultados maravilhosos. Existem vários métodos para se evangelizar. O importante é saber usar cada um com sabedoria e ousadia e, nunca esquecer que Jesus é o fundamento da evangelização e que toda glória é Dele.

4ª Barreira: Supercomprometimento
Podemos também sentir barreiras de ansiedade interior sobre assumir compromissos demais ou querendo evitar ter nossa privacidade e espaço pessoal invadido por estranhos que não desejamos realmente conhecer. Muitos de nós já está até o pescoço com tantas atividades da Igreja. O importante é nunca esquecer que a comissão principal de uma Igreja é semear a boa semente. Deve haver tempo para proclamar o Evangelho. É necessário avaliar as tantas atividades realizadas que lhe compromete a tarefa de levar a Palavra. Avalie seus compromissos. reduza-os, se for possível, mas NÃO deixe de "anunciar o evangelho a toda criatura".

Lembre-se: muitas barreiras são levantadas por nós mesmos e, 
por nós mesmos elas serão derrubadas!

Boa evangelização! 
Reúna os irmãos, prepare todo o material e IDE! 










Como orar pelos missionários ?

ORANDO DIARIAMENTE

1º Dia: - Relacionamento com Deus

. Ore por uma vida de oração e comunhão com a Palavra
. Ore por enchimento do Espírito Santo
. Ore por maturidade e crescimento na graça
. Ore por vitória sobre Satanás e a carne

2º Dia: - Vida Física e Emocional

. Ore por boa saúde
. Ore por segurança
. Ore por libertação do desencorajamento, solidão e depressão

3º Dia: - Família do Missionário

. Ore pelo relacionamento conjugal
. Ore pelos filhos
. Ore pelos parentes em casa (pais, irmãos, etc.)
. Ore por uma vida familiar que sirva de exemplo

4º Dia: - Habilidade para Comunicar

. Ore pela contínua compreensão da língua
. Ore por adaptação à cultura nativa

5º Dia: - Ministério do Missionário

. Ore por coragem, por portas abertas e por corações abertas
. Ore por capacitação do Espírito Santo e um serviço frutífero

6º Dia: - Companheiros de Trabalho

. Ore pelo relacionamento com outros missionários
. Ore pelo relacionamento com os crentes nativos

7º Dia: - País de Trabalho

. Ore pela situação política
. Ore pelo governo e seus líderes
. Ore pelos vistos e pela continuidade das portas abertas
. Ore por liberdade para expansão da pregação do Evangelho por todo o país
. Ore para que o clima de resposta ao Evangelho seja aquecido


ORANDO PELO TRABALHO DO MISSIONÁRIO

Cl 4:3 Ore para que portas sejam abertas
Cl 4:4 Ore para que a mensagem seja clara
Ef 6:19-20 Ore por coragem (não temeridade)
II Ts 3:1 Ore para que a Palavra se espalhe e seja glorificada
I Co 3:6 Ore para que a necessidade de fé no missionário seja totalmente suprida
Tg 1:5-6 Ore por sabedoria no lidar com incrédulos, colegas de ministério e família
I Co 2:16 Ore para que o missionário compreenda claramente a situação do campo
Jo 13:35 Ore para que o seu amor cresça e o perdão abunde
I Co 7:20 Ore para que tenha alegria no trabalho dia-a-dia
Jr 1:8-10 Ore para que tenha paz e não sinta medo
Fl 4:11-13 Ore para que ele possa se sentir em casa (no campo)
I Tm 4:16 Ore por pureza de vida
Hb 11 Ore por vitória
Mc 1:35 Ore por tempo

ORANDO PELO APRENDIZADO DA LÍNGUA

1. Ore por habilidade para aprender a língua
2. Ore por capacidade de concentração
3. Ore para que as mentes estejam atentas
4. Ore por capacitação para ouvir
5. Ore por capacitação (clareza, segurança) para comunicar no novo idioma.
6. Ore para que o missionário desenvolva amor pelo idioma nativo


Fonte: Missão AVANTE - http://www.missaoavante.org.br

Qual é a sua ocupação?

Introdução:

Não é suficiente estar ocupado. O que mais importa é saber em que se está ocupado. Há pessoas muito ocupadas, porém, não absorvem os frutos dessa ocupação. Há tempo para tudo (Ec 3). Devemos orar como Moisés: “ensina-nos a contar os nossos dias...” (Sl 90:12). Muitos ocupam o tempo em coisas más, enquanto deveriam fazer o bem, haja vista, que todos haveremos de prestar contas do que fazemos. A Bíblia afirma que “aquele que sabe fazer o bem e não faz, peca” (Tiago 4:17). Nunca é demais fazer o bem, Gálatas 6:9.

Transição:

O texto básico refere-se a Jonas que para fugir da chamada divina de ir a Nínive para transmitir a mensagem de arrependimento tomou um navio para Társis e, enquanto dormia, sobreveio uma tempestade e o pavor foi tanto que todos os que estavam no navio começaram a clamar cada um ao seu deus. O mestre do navio acordou-o e exortou-o a que buscasse a seu Deus. Ao lançar sorte descobriram que tudo aquilo estava ocorrendo por causa de Jonas. Dentre as várias perguntas feitas a Jonas uma era contundente: “Que ocupação é a tua?”.

1. O recebimento de uma ocupação

a) Através de um sonho, Gn 37:1-11; 45:1-15; José teve um sonho que causou muitos transtornos quando foi revelado, porém, era um plano divino que se cumpriu lá no Egito.
b) Através de uma visão, At 16:6-10; Paulo, tendo uma visão durante a noite de que um varão clamava por ajuda na Macedônia. Eles entenderam que era o Senhor quem os chamara para anunciar o Evangelho nessa cidade e foram para lá.
c) Através de outra pessoa, At 16:1-3; 1ª Tm 4:14; 2ª Tm 1:6; Paulo encontrando Timóteo levou-o consigo a fim de realizar o ministério de evangelização.

2. A negligência do exercício de ocupação

a) Moisés, Deus disse a ele: “fale à rocha... ele a feriu” (Nm 20:2-13). Tudo deve ser feito do jeito que Deus ordenou. O contrário é prejudicial, pois Deus não terá o culpado por inocente.
b) Saul, por causa do povo, desobedeceu a Deus (1º Sm 15:1-35). Deus disse-lhe que destruísse os amalequitas, ele desobedeceu, poupando o melhor do rebanho com desculpa que era para sacrificar ao Senhor. Deus o rejeitou por causa dessa desobediência.
c) Um profeta novo – deu ouvido ao profeta velho (1º Rs 13:1-28). Não pode haver ninguém que nos faça desobedecer a Deus. O que Ele disse, está dito. A tragédia pela desobediência foi grande.

3. O reencontro com a devida ocupação

a) Pelo reconhecimento de ter uma obrigação (Jn 1:8-12). Jonas reconheceu que a tempestade era por sua culpa, devido à negligência para com a ocupação que devia assumir. Paulo reconhecia a obrigação de divulgar o evangelho (1ª Co 9:16).
b) Pelo arrependimento e confissão (Jn 2:1-7). Jonas sentiu grande angústia por causa da negligência, confessou a Deus no ventre do peixe.
c) Pela disposição em cumprir a missão (Jn 2:9; 3:4). Falando-lhe Deus, pela segunda vez, prontamente obedeceu e foi cumprir sua missão.

Conclusão:

Procure manter-se ocupado nas coisas que agrada a Deus. Tudo quanto fizer deve glorificar a Deus. Tudo o que fizer para Deus, Ele te recompensará.

Quem deve guardar o sábado?


DE ACORDO COM A BÍBLIA: QUEM DEVE GUARDAR O SÁBADO?

De acordo com a Bíblia:

1 - Quem deveria guardar o sábado?

Resposta: OS FILHOS DE ISRAEL (OS JUDEUS) e APENAS COMO SINAL; NÃO COMO MEIO DE SALVAÇÃO:

Êxodo 31:
13 Falarás também aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis os meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós pelas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica.
16 Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações como pacto perpétuo. ,


2 - Por que os JUDEUS tinham que guardar o sábado?

Resposta: Para se lembrarem (em cada sábado) que foram escravos na terra do Egito e Deus os libertou...

Deuteronômio 5:
15 Lembra-te de que foste servo na terra do Egito, e que o Senhor teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; pelo que o Senhor teu Deus te ordenou que guardasses o dia do sábado.


3 - Jesus Cristo guardava o sábado?

Resposta: Não! Ele (mesmo como Judeu - como homem), Jesus Cristo, VIOLAVA o sábado.

João 5:
16 Por isso os judeus perseguiram a Jesus, porque fazia estas coisas no sábado.
17 Mas Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.
18 Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus.
19 Disse-lhes, pois, Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que o Filho de si mesmo nada pode fazer, senão o que vir o Pai fazer; porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente.


4 - Os discípulos de Jesus (apóstolos) guardavam o sábado?

Resposta: Não!

»LUCAS 6:
1 E sucedeu que, num dia de sábado, passava Jesus pelas searas; e seus discípulos iam colhendo espigas e, debulhando-as com as mãos, as comiam.
2 Alguns dos fariseus, porém, perguntaram; Por que estais fazendo o que não é lícito fazer nos sábados?
3 E Jesus, respondendo-lhes, disse: Nem ao menos tendes lido o que fez Davi quando teve fome, ele e seus companheiros?
4 Como entrou na casa de Deus, tomou os pães da proposição, dos quais não era lícito comer senão só aos sacerdotes, e deles comeu e deu também aos companheiros?
5 Também lhes disse: O Filho do homem é Senhor do sábado.


5 – O que vem pela lei?

Resposta: O pleno conhecimento do pecado.

Romanos 3:
20 porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado.


6 - Para quê a lei?

Resposta: Foi acrescentada por causa das transgressões, até que viesse o descendente...

Gálatas 3:
19 Logo, para que é a lei? Foi acrescentada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem a promessa tinha sido feita; e foi ordenada por meio de anjos, pela mão de um mediador.

7 - Até quando durou a lei?

Resposta: Até João, o Batista.

Lucas 16:
16 A lei e os profetas vigoraram até João; desde então é anunciado o evangelho do reino de Deus, e todo homem forceja por entrar nele.


8 - Quem quiser se justificar pela lei decaiu da graça e está separado de Cristo?

Resposta: Sim!

Gálatas 5:
4 Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça decaístes.


Gálatas 2:
16 sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, mas sim, pela fé em Cristo Jesus, temos também crido em Cristo Jesus para sermos justificados pela fé em Cristo, e não por obras da lei; pois por obras da lei nenhuma carne será justificada.


9 - O que Paulo, apóstolo, escreve inspirado pelo Espírito Santo sobre a lei, refere-se a TODA A LEI, de acordo com Romanos 3:19, e nenhum homem será justificado PELA LEI diante de Deus?

Resposta: Sim! Refere-se a TODA A LEI... e nenhum homem será justificado, PELA LEI, diante de Deus.

Romanos 3:
19 Ora, nós sabemos que TUDO O QUE A LEI DIZ, aos que estão debaixo da lei o diz, para que se cale toda boca e todo o mundo fique sujeito ao juízo de Deus;
20 porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado.


Só o sangue do Senhor Jesus Cristo pode purificar o pecador, VERDADEIRAMENTE arrependido, de todo o pecado (I João 1:7). O mesmo Jesus, ressuscitou, EM CARNE E OSSOS (Lucas 24:39), ao terceiro dia da sua morte e voltará para arrebatar todo aquele que o recebe como ÚNICO CAMINHO, ÚNICA VERDADE, ÚNICA VIDA ETERNA (João 14:6).

Sou SALVO PARA SEMPRE unicamente PELO SANGUE DO CORDEIRO DE DEUS (JESUS CRISTO). Tenho a certeza ABSOLUTA que sou SALVO APENAS PELA GRAÇA DE DEUS e VOU (COM CERTEZA) MORAR NO CÉU.

Se alguém quiser acreditar ou não, não mudará o fato da EXISTÊNCIA DO INFERNO ETERNO DE FOGO. A Bíblia está cheia de textos que falam sobre o inferno eterno de fogo. Muitos que não criam, estão crendo tarde demais. Não sejamos um dos tais que apostaram nos “eus achos” e em doutrinas diabólicas e se arrependeram tarde demais.

Deus não leva em conta os "conhecimentos" e "habilidades" terrenas, nem trata o homem de acordo com os bens que possui, mas EXIGE que TODOS, EM TODO LUGAR , SE ARREPENDAM (Atos 17:30).

Lucas 12:15 E disse ao povo: Acautelai-vos e guardai-vos de toda espécie de cobiça; porque a vida do homem não consiste na abundância das coisas que possui.

Cada um deve reconhecer que é um pecador perdido (Romanos 3:23) e, por isto, arrepender-se dos seus pecados; crê que o Senhor Jesus Cristo pagou todos os pecados de cada um de nós com o sangue dEle (I João 1:7) porque não podemos, de forma alguma, pagar um só pecado; crê que o Senhor Jesus Cristo ressuscitou, em carne e ossos (Lucas 24:39), ao terceiro dia da sua morte e converter-se a Ele; não a uma religião, mas ao Senhor Jesus Cristo, recebendo-o como Único e Todo-Suficiente Salvador (João 14:6).

Deve-se orar assim, com coração sincero e arrependido, a Deus: Senhor Deus, eu sou um pecador perdido e por isso não posso fazer nada para pagar os meus pecados. Foi por isto que o teu Filho, Jesus Cristo, morreu na cruz: Para pagar todos os meus pecados com os sangue que derramou. Mesmo sem ter visto, pela fé, creio que o Senhor Jesus Cristo ressuscitou, ao terceiro dia da sua morte, em carne e ossos; está vivo no céu. Agora, eu abro o meu coração e te peço: Entre, agora, Senhor Jesus, no meu coração, perdoa todos os meus pecados como perdoaste o ladrão que morreu na cruz, ao teu lado; purifica-me com o teu sangue, livre-me da condenação eterna do fogo do inferno e dê-me, agora mesmo, o teu Espírito Santo para morar no meu coração para eu ter a certeza, agora, de morar no ceú. Eu te recebo, agora, Senhor Jesus Cristo, como meu Único Salvador. Ó Deus! Eu te imploro, em nome do Senhor Jesus Cristo. Amém!

Conheça o plano de Deus para te salvar

Pegue uma Bíblia e descubra: Como ir para o Céu

O plano de Deus para a sua salvação


Primeiro você precisa saber:
1) Boas obras não salvam (Efésios 2:8,9 / João 14:6 / Tito 3:4-7)
2) Todos pecaram inclusive você (Rom 3:23)
3) E por isso todos estão indo para a morte eterna (o Inferno) (Rom 6:23)
4) Mas Deus nos amou tanto que enviou Jesus Cristo para nos salvar
(João 3:16 / João 14:6 / Romanos 5:8 / Lucas 5:32)

E assim se você...
1) ... se arrepender e confessar que é pecador, (2 Cor 7:10 / 1 Jo 1:9)
2) ... crer que Jesus é o Filho de Deus (Rom 10:9)
3) ... e pedir a Ele: “Jesus me perdoa, me salva!”
(Rom 10:13 / Lucas 23:33-43)

Então você será salvo!
1) Todos os seus pecados serão perdoados e lavados pelo sangue de Jesus (I João 1:7 / Marcos 1:40-42)
2) Você terá vida eterna no céu com Deus (João 3:16 / João 14:2-6)
3) A salvação não se perde jamais (João 10:27-30)
“eis aqui agora o dia da salvação” (2 Cor 6:2)
Ninguém sabe quanto tempo vai viver, não adie a maior decisão que você tem a tomar na vida.

Converse com Deus em uma oração simples, se arrependa, confesse, creia e clame “Jesus me perdoa, me salva, me lava, me transforma!”

E assim você poderá ter absoluta certeza da salvação.

A Definição de Evangelismo

A palavra “evangelismo” (ou evangelização) vem de uma palavra grega, “euangelion”. Há realmente quatro formas básicas desta palavra. Uma palavra significa “boas notícias”; duas palavras significam “proclamar as boas novas”, e uma palavra se refere ao “evangelista” ou a pessoa que faz a proclamação.

Evangelismo é a Igreja trabalhando para o Senhor. No evangelismo a ênfase está na experiência do novo nascimento, o inicio da vida espiritual.
Evangelismo é:

“... comunicar o evangelho através do poder do Espírito Santo de tal maneira que homens e mulheres tenham uma válida oportunidade de aceitar ou rejeitar a Jesus Cristo como Salvador e Senhor e se tornarem membros de sua igreja”.

Como iniciou o evangelismo

    O evangelismo no sentido do cristianismo, inicia-se com o próprio ministério de Jesus Cristo que, ao escolher seus doze discípulos, os preparou para espalhar (pregar) a mensagem de boas novas. Mt 4.17-25

A responsabilidade agora é minha

Os cristãos devem pessoalmente assumir a responsabilidade de transmitir o evangelho. A Bíblia diz em Mateus 9:37-38 “Então disse Jesus a seus discípulos: Na verdade, a seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara”. O evangelismo é um trabalho para todos os Cristãos em todo o mundo.

Deus nos chama a ser representantes de Jesus. A Bíblia diz em 2 Coríntios 5:20 “De sorte que somos embaixadores por Cristo, como se Deus por nós vos exortasse. Rogamo-vos, pois, por Cristo que vos reconcilieis com Deus.”

Porque devemos evangelizar?

a)Não queremos responder esta pergunta para simplesmente termos um conhecimento teórico das razões bíblicas para evangelizarmos. Mas para encontrarmos as motivações bíblicas para a evangelização, porque a motivação brota do coração, e a obra de evangelização deve ser feita por um coração dominado pelo amor a Deus e ao próximo.

b) Por outro lado precisamos evangelizar para cumprir o Ide de Jesus. Mt 28.18. Aí de mim se não anunciar o evangelho...., Jesus nos comissionou a um sagrado encargo de anunciar o evangelho de Deus. Rm 15.16b. Devemos livrar os que estão sendo levados para a morte, salvar os que cambaleiam indo para serem mortos. Pv: 11.24

c) Quando contemplamos o amor de Deus por nós, este nos coloca um sentimento de gratidão a Ele por nossa salvação em Cristo. A melhor forma de demonstrarmos gratidão a Deus é compartilharmos com os outros o amor de Cristo e a nossa fé nEle.

Sabemos que só há um meio para a salvação – Jesus Cristo. E somente nós, os cristãos, temos este pleno conhecimento. Como poderíamos então deixar de falar de Cristo? Tendo conhecimento das motivações anteriores, chegamos a conclusão que o ato de não evangelizar é um ato de profundo egoísmo. Sendo, assim, um pecado. Devemos evangelizar porque amamos o nosso próximo e não queremos vê-lo perdido eternamente. Paulo, dominado por este amor, estava disposto a sacrificar a própria vida na pregação do evangelho (At 20:19-24)

Como devemos Evangelizar?

Comunicando o Evangelho de Cristo a (todo) pecador sob a liderança e poder do Espírito Santo. A mensagem do Evangelho e a persuasão do Espírito Santo faz com que o pecador aceite Cristo como seu Salvador Pessoal e se torne também um seguidor (discípulo) de Cristo.

    Nem toda mensagem é evangelística. Muitos tentam evangelizar sem dar ao pecador a mínima orientação sobre a salvação e como obtê-la. Muitos tentam tornar mais agradável aos outros a mensagem do evangelho. Por isso não falam de pecado, de arrependimento e renúncia. É o pseudo-evangelho das conveniências humanas, da vida sem problemas e da inexistência de crises. Com isso a igreja cresce, mas as almas continuam perdidas.

     Portanto devemos falar de Jesus Cristo, ao sairmos para evangelizar. Dizer que todos nós temos problemas, mas que com Cristo nós temos a solução para os nossos problemas, e só Ele salva.

    Chegue com alguém, puxe conversa, faça amizade, indague sobre sua vida, tente tornar-se íntimo dessa pessoa, até você ter oportunidade de falar de Cristo. Se você falar abruptamente de Jesus, há pessoas que vão ouvir, mas outras não lhe darão ouvidos. (não espante o peixe, pegue-o).

a) Proclamação – Seria a comunicação ao pecador a respeito de sua condição de escravo do pecado, da natureza e conseqüência dessa escravidão, do amor de Deus e Sua providência em Jesus Cristo para salvação deste e da chamada divina para uma decisão por Cristo Jesus.

b) Convencimento – O evangelista nesta ação seria apenas um instrumento nas mãos do Espírito. Pois é o Espírito que convence e muda o coração do pecador.

c) Integração – Depois da conversão do pecador, este deve ser levado a um compromisso com o corpo visível de Cristo (a Igreja), onde seria discipulado e levado ao desenvolvimento e amadurecimento da sua fé em Cristo Jesus (Ef 4:12,13).

A Manifestação da Ira de Deus

Texto Básico 
Rm.1.16 "Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego."
Rm.1.17 "Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé."
Rm.1.18 "Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça;"

O Que é A Ira de Deus? A ira (gr. orge)

1º - A Ira de Deus é uma expressão da justiça e do seu amor.
2º - É a indignação pessoal de Deus e sua reação imutável diante de todo o pecado
3º - É uma Demonstração da Fidelidade de Deus, Deus é Fiel
(Nm 25.3; 32.10-13; Dt 29.24-28)

A Ira de Deus é Sobre Toda Impiedade. Mas O Que É Impiedade?

Impiedade é Todo Tipo de Pecado
Ap.21.8 Mas, quanto aos:
1º - Tímidos
2º - Incrédulos
3º - Abomináveis
4º - Homicidas
5º - Fornicadores
6º - Feiticeiros
7º - Idólatras
8º - Todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, o que é a segunda morte.

1º - A Ira de Deus se manifestou no passado

A Ira De Deus e seu ódio ao pecado revelou-se através do Dilúvio
2Pd.2.5 "E não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, pregoeiro da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios;"
cf. Gn 6.1-8

2º - A Ira de Deus revelou-se através do abrasamento da terra

Dt 29.23 "e toda a sua terra abrasada com enxofre e sal, de sorte que não será semeada, e nada produzirá, nem nela crescerá erva alguma, assim como foi a destruição de Sodoma e de Gomorra, de Admá e de Zeboim, que o SENHOR destruiu na sua ira e no seu furor."

3º - A Ira de Deus se manifestou na destruição de Sodoma e Gomorra.

Jd.7 "assim como Sodoma, e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se corrompido como aqueles e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno."

4º - A Ira de Deus se manifesta no presente

A Ira de Deus e quando Ele entrega os ímpios às vis paixões
Rm.1.24 "Pelo que também Deus os entregou às concupiscência do seu coração, à imundícia, para desonrarem o seu corpo entre si"
Rm.1.26 "Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza."
Rm.1.28 "E, como eles se não importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convém;"

5º - A Ira de Deus se manifesta através das pestilência.

Mt.24.7 "Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares."

A Ira de Deus ainda permanece....

"Batalhardes pela Fé" - Uma análise da epístola de Judas

A Bíblia ressalta o perigo de pessoas que falam de Deus mas não ensinam a verdade dele. Jesus falou de "falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores" (Mateus 7:15). O apóstolo Paulo disse que, mesmo dentre os presbíteros de Éfeso, se levantariam "homens falando coisas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles" (Atos 20:30). E Judas exorta os discípulos a ficarem atentos aos homens que não trazem a fé verdadeira.
Apelo à batalha (1-4). É provável que Judas seja irmão do próprio Jesus (veja Mateus 13:55), mas se descreve simplesmente como servo, algo que ele tem em comum com todos que são "chamados, amados...e guardados em Jesus Cristo" (1-2). Desejando escrever da salvação comum entre eles, Judas viu a necessidade de encorajá-los a batalharem "diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos" (3).
A "fé" de que Judas fala é a doutrina revelada por Cristo e seus apóstolos e profetas (veja Efésios 3:3-5; Atos 6:7, 8:13; Gálatas 1:23). Esta doutrina já havia sido entregue aos santos "uma vez por todas" durante a vida de Judas, no primeiro século. O motivo da exortação a lutar é que algumas pessoas entraram desapercebidas no meio dos irmãos e estavam ensinando como doutrina práticas que levariam os discípulos a abusarem da graça do Senhor e negarem a autoridade absoluta dele (4). Quem não lutar, preparado pelo conhecimento e pela prática da fé revelada por Cristo, por sua ignorância e sossego cairá em castigo com os homens condenáveis que trazem doutrina falsa.
Condenação dos ímpios (5-16). Deus nunca aceitou rebeldia contra sua autoridade: não de seu próprio povo escolhido (5), nem de anjos (6), nem de outros povos na terra (7). Judas avisa que aqueles que ensinam libertinagem são rebeldes, sem respeito pelo governo de Deus (8-9). Não compreendendo a graça do Senhor, agem feito animais (10), e seguem os mesmos caminhos de homens como Caim, Balaão, e Corá (11; veja Gênesis 4; Números 22-24; Números 16-17). Com imagens fortes Judas mostra que a aparência de homens como esses é só engano, e que Deus, desde muito, prepara juízo contra sua impiedade, sensualidade, arrogância e ganância (12-16).
Defesa contra falsos mestres (17-25). A luta para escapar do engano começa com a palavra revelada, que tanto ensina o caminho reto como mostra o caráter dos enganadores (17-19). É necessário crescer na fé, estudando a palavra e orando ao Senhor com amor e com a forte esperança de alcançar a vida eterna (20-21). Depois dos cuidados pessoais, é também necessário ajudar outros a superarem suas dúvidas e fraquezas (22-23). A verdadeira garantia da vitória é que Deus tem o poder e a vontade de salvar todos que buscam servi-lo honestamente e que com humildade se submetem à sua soberania eterna (24-25).

"Não Julgueis, para que não Sejais Julgados"

"Não julgueis, para que não sejais julgados" (Mateus 7:1-2). 
A palavra grega krinete, aqui traduzida como "julgar", pode conter, tanto no grego como no português, uma extensa escala de significados, desde discernimento até condenação. O contexto aponta claramente para este último sentido. Nem o exercício de uma judiciosa discriminação (exigida claramente por 7:6,15-20), nem a existência de tribunais de justiça estão sendo proibidos. É um espírito condenatório sem misericórdia que Jesus rejeita. Isto é corroborado pelo material paralelo em Lucas, onde a advertência contra o julgar os outros é precedida pela positiva "Sede misericordiosos, como também misericordioso é vosso Pai" (6:36). Nesta admoestação, Jesus volta ao tema do amor fraternal, que atingiu o clímax em Mateus 5:43-48. No relato de Lucas do Sermão, os dois trechos são imediatamente juntados (6:27-38). O ponto de nosso Senhor é que pessoas tão necessitadas de misericórdia não têm nenhum direito para ser tão sem misericórdia com os outros. Esta advertência é apenas a face oposta de sua promessa anterior, que aqueles que mostram misericórdia receberão misericórdia (Mateus 5:7) e aqueles que perdoam serão perdoados (Mateus 6:12). Aqueles que condenam outros sem compaixão ou intento redentor podem esperar o mesmo tratamento nas mãos de Deus, uma expectativa que causa calafrio.
"Porquê vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio?" (Mateus 7:3-5). 
Porque o tipo de julgamento em discussão é sem amor e egoísta, ele é freqüentemente acompanhado de hipocrisia. Por esta razão, Jesus pinta o quadro patético e humorístico de um homem tentando extrair um grão de areia do olho de outro, enquanto uma trave está saliente no seu. Espiritualmente falando, há uma grande quantidade destes cegos oculistas que estão muito preocupados em ver as faltas dos outros e estão esquecidos da enormidade das próprias. Afortunadamente, uma séria atenção com nossos próprios erros tem o efeito de nos equipar com humildade suficiente para tratar paciente e habilmente com os pecados alheios (Gálatas 6:1-3; Tito 3:2-3).
A maior dificuldade prática que se prende a este familiar conjunto de versículos é a idéia popular de que ele quase proibe toda forma de reprovação, seja qual for o motivo. O largo contexto do Novo Testamento torna impossível este entendimento. O ensinamento de Jesus contém muita repreensão (por exemplo, Mateus 23 e o texto presente), entretanto, nunca áspera ou severa. Como o próprio Senhor observou, "Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele" (João 3:17). E esta é a chave. Não é a reprovação amorosa e que resgata que o Senhor rejeita aqui, mas os ataques sem amor que servem somente para alimentar o ego do "juiz."
O evangelho da graça não pode ser pregado sem convencer os homens do pecado (João 16:8) e chamá-los a mudar o coração (Lucas 24:47; Atos 2:38; 3:19; 17:30). Mesmo as almas do povo redimido de Deus não podem ser protegidas sem se admoestar os insubmissos (1 Tessalonicenses 5:14) e procurar converter "o pecador do seu caminho errado" (Tiago 5:19-20). Mas tal correção é oferecida com amor que redime, não como o veículo do orgulho e da ira. A justiça do reino adverte, mas não ataca. Os cidadãos do reino de Deus, lutando com seus pecados e assediados por fraquezas, necessitam de um irmão e não de um "juiz". Em todos os nossos tratos com outros, precisamos lembrar que não somos agentes do julgamento do Senhor, mas de sua salvação. A vingança pertence ao Senhor. Nossa tarefa é buscar e salvar o perdido.

Levai as Cargas Uns dos Outros



Ensinamento falso estava causando divisão entre os discípulos na Galácia. Estavam atacando um ao outro (5:15) e invejosamente se exaltando uns sobre os outros (5:26), ao invés de trabalhar juntos para superar batalhas espirituais. Mas, na guerra contra o pecado, precisamos da ajuda um do outro para encorajamento e força. Em Gálatas 6, Paulo continua com as aplicações práticas na vida cristã, exortando os irmãos a ajudarem um ao outro.

Levar as cargas dos irmãos (6:1-10). Se um irmão cair no pecado, outro que "anda no Espírito" (veja 5:16,22-26) tem a responsabilidade de corrigí-lo, evitando que aquele esteja sobrecarregado pelo erro (6:1; veja Tiago 5:19-20; Judas 22-23). Ajudando o outro a superar o pecado mostra o amor que cumpre tanto a lei de Moisés como a de Cristo (6:2; veja 5:14).
A pessoa de mente carnal, porém, não ajuda o irmão caído, pois vê a oportunidade para se julgar superior (6:3; veja Lucas 18:9-14). Paulo avisa que tal auto-julgamento comparativo é vão, porque cada um será julgado individualmente de acordo com seu próprio desempenho nos seus deveres (6:4-5; veja 2 Coríntios 5:10). Ironicamente, aquele que não ajuda o irmão caído a ficar em pé já se julga como irresponsável.
Em termos mais gerais, o cristão tem o dever perante Deus para fazer o bem para seus irmãos. O servo de Deus tem responsabilidade de compartilhar "todas as coisas boas" com aquele que se dedica ao ensinamento da palavra de Deus (6:6).
Com Deus, o que uma pessoa semeia é o que ela ceifará (6:7). A pessoa que desperdiça seus recursos satisfazendo desejos carnais receberá somente a herança da carne: a corrupção. Porém, aquele que usa seus recursos para o crescimento espiritual receberá a recompensa do espírito: a vida eterna (6:8-9).
O cristão tem a responsabilidade de usar todos os seus recursos (espirituais, financeiros e outros) de um modo que agrada a Deus. A responsabilidade individual de fazer "o bem a todos" (6:10) incluirá ajuda ao irmão caído (6:1), apoio a um pregador do evangelho (6:6) ou dar ajuda a qualquer um que precisa.
O Israel de Deus (6:11-18). Aqueles na Galácia que exigiam a circuncisão para a salvação não estavam realmente interessados em ajudar as pessoas ensinadas, nem em guardar eles mesmos a lei de Moisés. Eles queriam evitar a perseguição pelos judeus (6:12-13; veja 2:11-14; 5:3,14-15). Eles se gloriaram na carne dos seus "convertidos", e não na cruz de Cristo (6:13-14). Muitos hoje ainda gloriam na carne dos seus convertidos, usando um evangelho carnal para atrair grandes números de pessoas, ao invés de ensinar a verdade de Cristo e sofrer a perseguição da cruz (6:14; 2 Timóteo 3:12-13). A verdadeira conversão vem, não por meios carnais, e sim na circuncisão do coração, para se tornar uma nova criatura (6:15; veja Colossenses 2:11-15). O "Israel de Deus" são aqueles que andam segundo esta nova criação em Cristo. Estes não levam as marcas da circuncisão na sua carne, e sim as marcas de Jesus numa vida transformada (6:16-17; veja 5:22-25; Romanos 2:28-29).

Não sigam outro evangelho



Não sigam outro evangelho (1:1-9). Paulo começa a sua carta às igrejas da Galácia abordando a questão de autoridade. Sua própria autoridade como apóstolo veio diretamente de Jesus (1:1). A autoridade de Jesus era a autoridade de Deus, que foi provada na ressurreição (1:1; veja Mateus 28:18 e Atos 17:30-31). O evangelho que Paulo pregou falou sobre a graça de Cristo, que se entregou pelos nossos pecados “para nos desarraigar deste mundo perverso” (1:4).
Contudo, alguns perturbavam os gálatas, pregando “outro evangelho” (1:6). De fato, não existe outro evangelho, mas estes estavam pervertendo “o evangelho de Cristo” (1:7). Perverter o evangelho quer dizer acrescentar (ou diminuir) sem a autoridade de Cristo. Paulo disse que qualquer pessoa que “vos pregue evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema” — mesmo se for um apóstolo ou um anjo do céu (1:8-9)! “Anátema” quer dizer “separado para ser destruído”. Qualquer pessoa que não ensina o evangelho que Cristo entregou não tem a autoridade de Cristo e será destruída (veja 2 João 9).
A fonte do evangelho (1:10-24). Paulo afirmou enfaticamente que o evangelho que ele ensinava não veio do homem. Primeiro, se viesse dos homens, seria mais agradável a eles. Mas, Paulo está sendo perseguido por seu evangelho, até pelos próprios gálatas! (Veja 4:16 e 5:11). Está sendo perseguido porque ele procura agradar a Cristo, não ao homem (1:10; veja Mateus 6:24).
Quando Paulo recebeu o evangelho de Cristo (1:11-12), ele não foi para Jerusalém para ser instruído pelos outros apóstolos. Antes, ele foi diretamente para Arábia e Damasco, pregando o evangelho que tinha recebido (1:15-17; veja Atos 9:1-22). Três anos passaram antes de Paulo encontrar os apóstolos em Jerusalém (1:18). Os irmãos na Judéia não o conheciam, mas apenas ouviram que ele estava pregando a mesma fé que anteriormente tentava destruir (1:22-23). O ponto dele é este: sem conhecer os outros, como ele poderia ter recebido o evangelho deles?

Paulo perante os falsos mestres (2:1-10). Quando Paulo voltou a Jerusalém 14 anos mais tarde, ele comunicou aos líderes da igreja o evangelho que ele havia pregado entre os gentios (2:1-2). Ele viajava com um gentio chamado Tito. Alguns “falsos irmãos” tentaram convencê-lo a ser circuncidado. Mas Paulo não se submeteu a eles por “nem uma hora” quando queriam avançar seu acréscimo (e perversão) do evangelho, “para que a verdade do evangelho permanecesse” (2:3-5).
Quando Tiago, Cefas e João viram que Deus estava trabalhando em Paulo como também trabalhava em Pedro, eles lhe ofereceram “a destra de comunhão”, aceitando-o porque Deus o havia aceitado (2:6-9). Eles reconheceram que a sua glória era de Cristo, e eles não pediram que ele mudasse algum ensinamento. Pediram apenas que ele lembrasse dos pobres, como já o fazia (2:10).

Salvação Sem Arrependimento?

Numa sociedade que engole o esquema fantasioso "fique rico rápido", não é nada surpreendente que muitos procurarão ter ganho espiritual sem realmente modificar suas vidas. No entanto a idéia de arrependimento exige mudança, e a Bíblia nos mostra que não poderemos ser salvos sem o arrependimento.

Arrependimento É Exigido para a Reconciliação

As pessoas estão separadas de Deus pelo pecado (Isaías 59:1-2). Paulo mostra claramente que todos pecaram e portanto merecem a conseqüência da morte: eterna separação de Deus (Romanos 3:23; 6:23). Nestas condições, os homens devem procurar se reconciliar com Deus. Usando exemplos de pessoas que foram punidas nesta vida, Jesus disse que outros também seriam destruídos: ". . . se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis" (Lucas 13:3,5). Ele não poderia mais claramente ter-nos informado que o arrependimento é essencial para a salvação.

Arrependimento Requer Volta

Com uma definição simples, dizemos então que o arrependimento é uma mudança de atitude. Na linguagem do Novo Testamento, a palavra se refere a alguém que muda de atitude, desiste do pecado e se volta para Deus. Arrependimento é, em suma, a atitude de alguém que desiste de pecar.

Arrependimento Resulta em Revisão

Enquanto arrependimento em si mesmo é uma mudança de atitude, ele também exige uma mudança na conduta da pessoa. João Batista instruiu as pessoas com, "Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento" (Mateus 3:8). Uma pessoa que realmente mudou de atitude com respeito ao pecado manifestará essa mudança em suas ações. Jesus falou das diferenças entre as boas e as más pessoas, e disse ". . . pelos seus frutos os conhecereis" (Mateus 7:20).
Uma pessoa que realmente se arrependeu do pecado não vai continuar a andar de acordo com a carne. As obras da carne serão substituídas pelo fruto do Espírito na pessoa que saiu do pecado para servir a Deus (Gálatas 5:19-26).

Resultados do Arrependimento

Arrependimento é uma parte essencial do que Deus exige para nossa salvação. Sem arrependimento, ninguém será salvo do pecado e suas terríveis conseqüências. Entretanto, como é verdade para todos os outros itens do plano, o arrependimento por si só não salva. Se uma pessoa se desviou do pecado sem realmente crer em Jesus Cristo, ela não o obedeceu completamente. Alguém que se desviou do pecado mas não é batizado para o perdão destes mesmos pecados também negligenciou uma parte vital do plano de Deus para a salvação (repare na relação do arrependimento e batismo em Atos 2:38). Enquanto alguém não pode ser salvo somente pelo arrependimento, ninguém pode ter as riquezas espirituais sem o arrependimento.