PROPÓSITO DO BLOG

Esse blog tem por objetivo principal despertar a Igreja de Jesus Cristo, para trabalhar em prol da necessidade do reino de Deus. O tempo tem se passado, a promessa de Atos 1:8 já nos foi dada, onde Deus nos capacitou com revestimento de poder, com um propósito definido: testemunhar tanto em Jerusalém, Judéia, Samaria e até os confins da terra. O que temos feito com Espírito Santo em nossa vida? Estamos trabalhando como servos, ou estamos buscando a quem possa nos servir? Em Mt 20:28, vemos que Jesus não veio para ser servido, mas para servir, dando a nós o exemplo de trabalho. Então, o nosso propósito maior nesse blog é chamar a atenção dos que já desanimaram e estão quase parando.

SEJA MAIS UM PESCADOR DE ALMAS !


Reencarnação: Teoria ou fato?


A teoria da reencarnação é a principal doutrina do espiritismo. Tudo no espiritismo se centraliza nessa palavra. Embora AK não goste de admitir a palavra dogma, chega a afirmar que a reencarnação é um " dogma". A palavra reencarnação é formada de dois vocábulos: 1) re (que indica repetição) e 2) encarnar (tornar a tomar corpo ou tornar-se carne). 

Significa, pois, o vocábulo reencarnação tornar a tomar corpo. A frase célebre esculpida no túmulo de AK, em Paris, sintetiza a doutrina ensinada por ele: "Nascer, morrer, renascer e progredir sempre; esta é a lei. 

Allan Kardec assim define a reencarnação: "A reencarnação é a volta da alma à vida corpórea, mas em outro corpo especialmente formado para ela e que nada tem de comum com o antigo." Ainda explica ele que: "A pluralidade das existências, difere essencialmente da metempsicose, em não admitir o espiritismo a encarnação da alma humana nos corpos dos animais, mesmo como castigo. Declara que as almas não regridem mas sempre progridem. Por fim, o espírito fica sendo puro espírito, espírito bem-aventurado. Ensino totalmente contrário à Bíblia que fala da redenção por Cristo e ressurreição do corpo como estado final. " "Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles."(Hb 7.25) "Não vos maravilheis disto; porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação. (Jo 5.28,29)


DOUTRINA DOS ESPÍRITOS OU DE ALLAN KARDEC?


Segundo ALLAN KARDEC, existem duas condições essenciais para que uma doutrina seja aceita como doutrina espírita. A primeira é que haja generalidade, e a segunda é que haja concordância geral dos espíritos. Diz ele: " O caráter essencial desta doutrina, a condição de sua existência, está na generalidade e concordância do ensino; donde resulta que todo princípio que não recebeu a consagração do assentimento da generalidade, não pode ser considerado parte integrante desta mesma doutrina, mas simples opinião isolada, cuja responsabilidade o espiritismo não assume" (A Gênese, p. 903, Opus Editora Ltda., 2ª edição)

Então surge a pergunta muito oportuna: a principal doutrina espírita pode ser classificada como genuinamente espírita? A nossa resposta é que a principal doutrina espírita, a doutrina da reencarnação, não pode ser considerada espírita por não haver assentimento de todos os espíritos nesse ensino. O próprio AK é quem nos diz isso: "Seria o caso, talvez, de examinar-se porque todos os Espíritos não parecem de acordo sobre este ponto."(O Livro dos Espíritos, p. 94, Opus Editora Ltda.) 

Continua AK: "De todas as contradições que se observam nas comunicações dos Espíritos, uma das mais chocantes é aquela relativa à reencarnação, como se explica que nem todos os Espíritos a ensinam?"(O Livro dos Médiuns, p. 496, Opus Editora Ltda., 2ª edição, 1985) 
AK insiste em deixar bem claro o que se pode classificar como doutrina espírita: " Não será a opinião de um homem que se aliarão os outros, mas à voz unânime dos Espíritos; não será um homem, como não será qualquer outro, que fundará a ortodoxia espírita; tampouco será um Espírito que se venha impor a quem quer que seja: será a universalidade dos Espíritos que se comunicam em toda a Terra, por ordem de Deus. Esse o caráter essencial da Doutrina Espírita, essa a sua força, a sua autoridade."(O Evangelho Segundo o Espiritismo, p. 36, 77ª edição). 

A confissão clara e inequívoca é que a principal doutrina espírita não é na verdade espírita, mas do codificador do espiritismo:

"Não é somente por que ela nos veio dos Espíritos, mas porque nos parece a mais lógica e a única que resolve as questões até então insolúveis. Que ela nos viesse de um simples mortal e a adotaríamos da mesma maneira, não hesitando em renunciar às nossas próprias idéias. Do mesmo modo, nós a teríamos repelido, embora viesse dos Espíritos, se nos parecesse contrária à razão, como repelimos tantas outras." (O Livro dos Espíritos, p. 97. Opus Editora Ltda., 2ª edição, 1985). 

Afinal, para que serve o ensino tão apregoado dos espíritos no Livro dos Espíritos, com mais de mil perguntas formuladas por AK e respondidas pelos espíritos, se o próprio AK declara que rejeitaria a reencarnação, se não lhe parecesse racional? 


CONCLUSÃO 


Como encarar a notícia alvissareira transmitida pela FOLHA ESPÍRITA e plenamente aceita por pessoas inteligentes, como soe acontecer com os espíritas kardecistas que são, de todos os ramos do espiritismo, os mais esclarecidos? Tão esclarecidos são que o próprio Chico Xavier se encarrega de esclarecer seus irmãos espíritas sobre sua reencarnação como Allan Kardec. Indagado se tinha consciência de ser AK reencarnado, respondeu: "Quando (ou quanto) a mim, os Espíritos nada me informaram a respeito." (Folha Espírita, nov./98, p. 7) É o problema da doutrina reencarnacionista: ninguém sabe o que realmente foi e nem o que fez em vidas passadas. Embora tal circunstância espera evoluir para a condição de espírito puro, reencarnando quantas vezes forem necessárias. Pura fantasia! A Bíblia é clara quando afirma: " E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo."(Hb 9.27) Morrer uma só vez, não um número indefinido de vezes. É a explícita afirmação da unicidade da vida terrestre. AK não reencarnou no corpo de Alziro Zarur e muito menos no corpo de Chico Xavier. Pura ilusão espírita. 

MARIOLATRIA

2Cor.4.4 - Nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. (Revista Corrigida Fiel)


CATOLICISMO E MARIA

"Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem" I Timóteo 2:5

O catolicismo Romano dá grande notoriedade a Maria, mãe do Senhor Jesus Cristo. A Palavra de Deus apresenta Maria como uma mulher simples, humilde e religiosa e se refere a ela apenas cinco vezes. Essa "serva do Senhor", como ela se autodenomina, tem sido tomada pelo Catolicismo e recebido lugar de divindade. Alguns dos muitos títulos que Maria tem recebido do Catolicismo são: Santa Mãe de Deus, Mãe de Nosso Criador, A Virgem mais Prudente, Porta do Céu, Conforto dos Aflitos, Rainha dos Anjos, Rainha de Todos os Santos e Rainha do Rosário.
Os católicos possuem imagens de Maria, beijam-nas, queimam incenso perante elas e, descobrindo suas cabeças, repetem orações especiais diante delas, ainda que Êxodo 20:4-5 diga, "Não fará para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te curvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso...".
O Catolicismo tem cinco grandes doutrinas em relação a Maria: Maria é a mãe de Deus, Maria nasceu de uma imaculada conceição, Maria é uma virgem perpétua, a assunção corpórea de Maria e Maria é a Mediadora e co-redentora.
Essas doutrinas são todas afirmadas em seu Catecismo para Adultos. Referindo-se a Maria, o Catecismo diz, "Ela é chamada e é a verdadeira Mãe de Deus: conseqüentemente é nossa mãe espiritual; teve uma concepção imaculada ! isenta do pecado original; foi virgem antes, durante e depois do nascimento de Cristo ... foi para o céu de corpo e alma; é a Mediadora universal e dispensária da graça". Nessa mensagem olharemos brevemente cada uma dessas cinco doutrinas católicas marianas e as compararemos com aquilo que a Palavra de Deus tem a dizer.

Primeiro,
A CONCEPÇÃO IMACULADA DE MARIA
Quando o Catolicismo fala da Imaculada Conceição, quer dizer que Maria foi miraculosamente concebida por sua mãe e veio a esse mundo sem a mácula do pecado original e, como resultado dessa miraculosa conceição, nunca cometeu pecado durante sua vida terrena.
O Catecismo de Baltimore, Confraternity Edition, diz, na questão #62, "A Abençoada Virgem Maria foi preservada do pecado original pelo mérito do seu Filho Divino; e esse privilégio faz com que ela seja chamada de Imaculada Conceição ... Nossa Mãe Abençoada, em toda sua vida, foi livre de todo pecado...".
Essa doutrina não foi oficialmente aceita pela Igreja Católica até ser declarada ex cathedra pelo Papa Pio IX, em 1954. A Imaculada Conceição de Maria é pura invenção do Catolicismo.Nenhum versículo das Escrituras relata que Maria foi concebida sem pecado!
A Palavra de Deus afirma repetidamente que todos os homens são pecadores, incluindo Maria. Romanos 3:23 diz, "... todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus". Não diz todos, menos Maria! Romanos 3:10: "não há nenhum justo, nem um sequer". Romanos 3:12, "Não há nenhum que faça o bem, não há nem um só". Eclesiastes 7:20, "...não há homem justo sobre a terra, que faça o bem, e nunca peque". Em Lucas 1:47, a própria Maria fala de Cristo como "meu Salvador", e somente pecadores necessitam de um Salvador. Lucas 2:22-24 conta-nos que Maria e José deram no Templo a oferta segundo a lei pelos seus pecados depois dos dias de purificação. De acordo com a Palavra de Deus, Maria foi uma simples pecadora salva pela graça e, se foi pecadora que necessitou de um Salvador, nenhum cristão deveria orar para ela! 

A segunda doutrina católica mariana é que

MARIA É A MÃE DE DEUS
O Catolicismo, algumas vezes, refere-se a Maria como o "Sustentadora de Deus" e freqüentemente a chama de Mãe de Deus. O Catecismo para Adultos, de James Albimore, diz, "A Virgem Maria ... é reconhecida e honrada como sendo verdadeiramente a Mãe de Deus e Mãe dos Remidos".
No entanto, de acordo com a Palavra de Deus, Maria não é, de forma alguma, a Mãe de Deus! Como pode um Deus infinito e eterno, ter uma mãe? Maria foi uma criatura e não a mãe do Deus Todo Poderoso! Seria ilógico haver uma criatura que tivesse a habilidade de ser a Mãe de seu Criador! Quem surgiu primeiro? Deus ou Maria? Se Deus surgiu primeiro, então, como Maria pode ser sua Mãe? Deus não tem mãe! Ele é o Rei, eterno, imortal, invisível, como diz I Timóteo 1:17.
Jesus Cristo é, ao mesmo tempo, humano e divino. Maria não foi mãe da divindade de cristo, mas de sua humanidade. Deus é o pai da divindade de Cristo. As Escrituras chamam Maria de "a mãe de Jesus", mas, nunca, "a Mãe de Deus". O fato é que "a mãe de Jesus" é o único título que a Palavra de Deus realmente atribui a Maria!
O Senhor Jesus nunca pregou que Maria era a Mãe de Deus ou que Sua mãe não fosse pecadora e nenhum escritor bíblico deixou alguma afirmação na Bíblia de que ela não tivesse pecado. Adicionalmente, é fato que, na Palavra de Deus, o Senhor Jesus nunca chamou Maria de "mãe". Ele a chamou de "mulher", mas não "mãe". É nada menos do que uma blasfêmia deificar Maria como a Mãe de Deus. 

A terceira doutrina católica mariana afirma que
MARIA É UMA VIRGEM PERPÉTUA
Eles ensinam que Maria permaneceu virgem por toda sua vida. O Catecismo da Igreja Católica, de 1994, diz, acerca da questão #510, "Maria permaneceu virgem concebendo seu Filho, dando-lhe a luz, carregando-o e nutrindo-o em seu peito, sempre uma virgem".
Essa doutrina é pura invenção do Catolicismo! Não há nenhum vestígio dela no Novo Testamento. Mas, ao contrário! A Palavra de Deus afirma claramente que Maria teve outros filhos além de Jesus Cristo, seu primogênito. Em Mateus 13:55-56, as Escrituras contam-nos que Maria teve outros quatro filhos homens e pelo menos duas filhas. "Não é este o filho do carpinteiro? E não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago e José, e Simão, e Judas? E não estão entre nós todas as suas irmãs?".

A quarta doutrina católica sobre Maria é
A ASSUNÇÃO DE MARIA
Essa doutrina reivindica que o corpo de Maria não entrou em corrupção no túmulo, mas foi ressurrecto, unindo-se a sua alma e indo diretamente ao céu três dias depois da sua morte. O Papa Pio XII declarou ex cathedra, em 1950, "Pronunciamos, declaramos e definimos ser um dogma revelado por Deus que a Imaculada Mãe de Deus, Maria, sempre virgem, no fim do seu percurso sobre a terra foi para o céu de corpo e alma". O Manual de Teologia Católica, volume 2, diz, "a assunção corporal de Maria no céu está tão perfeitamente implicada na noção da sua personalidade dada pela Bíblia e no dogma que a Igreja não precisa conferir com estrita evidência histórica do fato".
A Bíblia, no entanto, não diz a mínima coisa sobre a personalidade de Maria nem nada sobre sua morte, seu enterro ou sua ascensão! É incrível que milhões de pessoas digam acreditar na assunção de Maria sem que haja alguma evidência bíblica ou histórica disso!
Essa doutrina ainda inclui a reivindicação de que em sua assunção Deus lhe deu o título de Rainha de Todos as Coisas. O Catecismo da Igreja Católica, de 1994, diz, na questão #966, "Finalmente a Virgem Imaculada, preservada livre de todo pecado e da mancha do pecado original, no encerramento do curso de sua vida terrena, teve corpo e alma arrebatados para a glória do céu e foi exaltada pelo Senhor como Rainha de todas as coisas". Porém, a Palavra de Deus nunca se refere a Maria como Rainha de nada! O céu não tem Rainha! É um Rei quem reina lá! 

Outra doutrina ensinada sobre Maria diz que

MARIA É A MEDIADORA E CO-REDENTORA
Mediadora é simplesmente o feminino de Mediador. O Catolicismo ensina que Maria, assim como o Senhor Jesus Cristo, é um Mediador entre Deus e o homem. O Catecismo da Igreja Católica, de 1994, diz, na questão #969 "... A Abençoada Virgem é invocada na Igreja como Advogada, Ajudadora, Benfeitora e Mediadora". O Catecismo para Adultos diz: "assim como temos um Mediador diante do Pai, que é Jesus Cristo, também temos uma Mediadora diante do Filho: A Santíssima Maria".
O Catolicismo acredita que toda a graça de Deus vem ao homem através de Maria. Mais uma vez, o Catecismo para Adulto diz: "A graça concedida ao homem compreende três passos sucessivos: Deus a comunica a Cristo, de Cristo ela passa à Virgem e, através da Virgem, chega a nós".
Uma oração Católica chamada "The Litany of Loretto", encontrada numa versão de bolso, publicada pelos Irmãos Benziger, inclui a seguinte referência sobre a suposta obra de Maria:
Santa Maria, orai por nós.
Santa Mãe de Deus, orai por nós.
Santa Virgem entre as virgens, orai por nós.
Mãe da divina graça, orai por nós.
Mãe imaculada, orai por nós.
Mãe de nosso Criador, orai por nós.
Virgem mais venerável, orai por nós.
Porta do céu, orai por nós.
Refúgio dos pecadores, orai por nós.
Conforto dos aflitos, orai por nós.
Rainha dos Anjos, orai por nós.
Rainha concebida sem pecado original, orai por nos.
Rainha do santíssimo rosário, orai por nós.
A oração mais famosa endereçada a Maria é a Ave Maria ou Salve Rainha! O Catolicismo ensina que é mais fácil vir a Maria do que ao próprio Cristo. O Cardeal Tiago Gibbons, em seu livro A Fé de Nossos Pais, disse, "... quão irresistível é a intercessão de Maria, que nunca ofendeu o Deus Todo Poderoso com pecado ...". Alphonsus Liguori, uma das maiores autoridades da lei canônica católica romana, diz, na página 248 das Glorias de Maria, que "freqüentemente obtemos mais prontamente o que pedimos rogando pelo nome de Maria do que invocando o nome de Jesus".

Entretanto, Maria não é a Mediadora ou Mediador de forma alguma! Não há nenhum versículo em toda a Palavra de Deus que nos informe que Maria intercede com Cristo em nosso favor! Ao contrário, a Palavra de Deus diz que Cristo é o único Mediador entre Deus e o homem. I Timóteo 2:5 diz, "há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem". I João 2:1 diz que Jesus Cristo, não Maria, é nosso Advogado para com o Pai. "Se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo...". Hebreus 7:25 diz, sobre Jesus, "Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por Ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles". Hebreus 9:15 diz, "E por isso [Cristo] é o Mediador de um novo testamento". Hebreus 9:24 diz, "Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus". Hebreus 4:15 diz que Cristo é nosso grande Mediador que foi tentado como nós e por isso nos compreende e nos sustenta em nossa fraqueza. "Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas franquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado". Efésios 3:12 diz, "No qual [Cristo] temos acesso com ousadia e confiança, pela nossa fé nEle".
Nas Escrituras nem Cristo nem alguma outra pessoa nunca disse ao povo que orasse para Maria! Na Palavra de Deus, Maria nunca convida ninguém a orar para ela ou adorá-la. As Escrituras não nos ensinam a orar para Maria ou ao santos ou algum outro senão a Deus apenas! Em Mateus 6:9, o Senhor Jesus diz, "Portanto, vós orareis assim: "Pai nosso, que estás nos céus...". Romanos 10:13 diz, "Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo".
Ao chamar Maria de co-redentora, o Catolicismo quer dizer que ela é um redentor feminino que está envolvido, juntamente com Jesus Cristo, na redenção dos pecadores. Este ensino quase estabelece Maria como uma verdadeira divindade. O Papa atual vem tentando declarar Maria oficialmente como Co-Redentora com Cristo.
A revista Newsweek, de 25 de agosto de 1997, cita esse Papa, dizendo, "Tendo criado o homem, macho e fêmea, o Senhor também quer colocar a nova Eva ao lado do novo Adão na Redenção ... Maria, a nova Eva, portanto torna-se um perfeito ícone da Igreja. Podemos conseqüentemente voltar-nos à Virgem Abençoada com confiança, implorando sua ajuda, cientes do papel singular que lhe foi confiado por Deus, o papel de co-operadora na Redenção...". Madre Teresa de Calcutá e o Cardeal John O'Conner, de Nova York, foram ambos artífices nesse percurso, para declarar Maria como sendo oficialmente Co-Redentora com Cristo. O autor do artigo acima mencionado da Newsweek disse perfeitamente que uma mudança desse tipo dar-nos-ia um Santíssimo Quarteto ao invés de uma Santíssima Trindade.
Mas a Igreja Católica já ensina que Maria participa na redenção alcançada pelo seu Filho. O Catolicismo para Adulto diz, "Maria foi ... cooperadora com Cristo na obra da redenção, portanto ela é nossa Co-Redentora...". O Catecismo da Igreja Católica, de 1994, diz na questão #1172, "Ela (Maria) está inseparavelmente ligada à obra da salvação de seu Filho". Na questão #968 esse mesmo Catecismo diz, "Sendo obediente, ela se (Maria) tornou a causa da salvação de si mesma e de toda a raça humana".
Uma declaração chamada Sobre a Igreja, publicada pelo 2º Conselho do Vaticano, diz, falando sobre Maria, "de maneira singular, ela cooperou pela sua obediência, fé, esperança e fervorosa caridade no trabalho do Salvador de restaurar a vida sobrenatural às almas". Em uma obra chamada Devoção à Mãe dos Aflitos, questionada pelo Convento Beneditino, em Clyde, Missouri, encontramos a seguinte citação, em relação a essa questão: "É por conta da excessiva tristeza e sofrimento que Maria suportou que ela merece nossa compaixão e grande estima ... Maria, de boa vontade, ofereceu seu Filho para nossa salvação: Sim, o sacrifício junto dEle foi tão grande que São Afonso diz, sobre isso, !os dois penduraram numa mesma cruz?".
Ligouri diz, nas Glórias de Maria, que "falha e se perde quem não se refugia em Maria", e, "Maria é chamada ... a porta do céu porque ninguém pode entrar naquele reino abençoado sem passar por ela". Aqui também são relevantes as palavras descritas pelos rituais Católicos para serem ditas na morte: "Maria, Mãe da graça, Mãe de misericórdia, protege-nos do inimigo, e me recebe na hora da morte".

A Palavra de Deus não diz absolutamente nada sobre Maria ter algum papel na salvação. De acordo com a Palavra de Deus, Maria não tem nada a fazer pela salvação da alma de ninguém. Há só um meio para ser salvo e é através do nosso Senhor Jesus Cristo! "Eu sou o caminho, e a verdade e a vida", diz Jesus, em João 14:6. "Ninguém vem ao Pai, senão por mim". "E em nenhum outro há salvação", diz Pedro, em Atos 4:12, "porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos". "Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á", diz o Senhor Jesus, em João 10:9.

CONCLUSÃO
Como foi visto, as cinco doutrinas Católicas sobre Maria são: Maria é a Mãe de Deus, Maria teve uma concepção imaculada, Maria é uma virgem perpétua, Maria foi assumida ou tomada corporalmente no céu pouco depois de sua morte e Maria é Mediadora e Co-Redentora. Nenhuma dessas doutrinas Católicas sobre Maria se encontra na Palavra de Deus. Nenhuma!
O Novo Dicionário Universitário Webster define Mariolatria como adoração da Virgem Maria. A Mariolatria Católica é absolutamente não-bíblica, ainda que ela seja a pessoa mais adorada na Religião Católica. O Catolicismo rebaixa Cristo e exalta Maria por dá-lhe um lugar que só pertence a Jesus Cristo. Na verdade, o Catolicismo é muito mais a religião de Maria do que a religião de Jesus Cristo.
O Papa João Paulo II asseverou que Maria, na forma de nossa senhora de Fátima, salvou sua vida durante um atentado, em 1981. O lema do papa João Paulo faz referência a Maria. Totus tuus ou literalmente totalmente vossa. Não totalmente de Cristo, mas totalmente de Maria!
Certa ocasião o Senhor Jesus Cristo corrigiu uma mulher que tentou exaltar a sua mãe. Lucas 11:27-28 diz, "E aconteceu que, dizendo ele estas coisas, uma mulher dentre a multidão, levantando a voz, lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que mamaste. Mas ele disse: Antes (em vez disso) bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam".
A mensagem do evangelho não é: Adore Maria, mas é: Adore Cristo! Mateus 4:10 diz, "Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele servirás". Deus é zeloso e não aceita a adoração de outra criatura, ainda que seja a mãe de Jesus Cristo.
Na Palavra de Deus, nunca alguém adorou Maria. Orar ou adorar Maria é fazer o que Romanos 1:12 condena como uma evidência da depravação do homem: adorando e servindo a criatura mais do que o Criador. Em Filipenses 2:9-10 a Palavra de Deus nos diz quem se deve adorar quando, falando de Cristo, "Por isso, também Deus O exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra". A mensagem do evangelho não é: Vem a Maria, mas: Vem a Cristo!
O Catecismo para Adultos, do Catolicismo, diz: "No perigo, nos problemas, na dúvida, pense em Maria, chame por ela. Não a deixe afastar-se do seu coração ... seguindo-a você não vai desviar-se do caminho; orando para ela, você não perde as esperanças; pensando nela, você não se engana. Se ela te sustenta, você não cai; se ela te protege, você não tem do que temer ... se ela é benigna para com você, você alcançará seus objetivos...".

Porém, o que diz o Senhor Jesus? "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei". Veja-se Mateus 11:28. Permitem nossos amigos Católicos lerem a Palavra de Deus. Nela, encontrarão vida, compaixão, redenção, a salvação de Cristo, mas muito pouco sobre Maria. Amigo pecador, o Catolicismo te desviará dAquele que está pronto para te salvar e suprir cada uma das suas necessidades.

Desvie-se do Catolicismo e venha a Cristo hoje!

Autor: Laurence A. Justice









Para que se cumprisse a Escritura.

João 19:17-22
"E, levando ele às costas a sua cruz, saiu para o lugar chamado Caveira, que em hebraico se chama Gólgota, Onde o crucificaram, e com ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio. E Pilatos escreveu também um título, e pô-lo em cima da cruz; e nele estava escrito: JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS. E muitos dos judeus leram este título; porque o lugar onde Jesus estava crucificado era próximo da cidade; e estava escrito em hebraico, grego e latim. Diziam, pois, os principais sacerdotes dos judeus a Pilatos: Não escrevas, O Rei dos Judeus, mas que ele disse: Sou o Rei dos Judeus.
Respondeu Pilatos: O que escrevi, escrevi."

Esse texto é simplesmente glorioso, quando olhamos numa ótica espiritual. Quando observamos o que Pilatos disse como resposta para os principais sacerdotes, acreditamos que tudo estava no controle do Pai. Tudo aconteceu como deveria acontecer, ou seja, "o Verbo se fez carne", e esse mesmo Verbo se entregou por amor a nós. Era necessária a morte do Cordeiro, visto que foi para isso que Ele veio, a fim de que se cumprisse a Escritura. Isso é glorioso demais! Agora você consegue entender que a resposta de Pilatos não veio dele mesmo, Deus fazia parte deste grande cenário que na verdade tinha a mão de Deus Pai.
Quando Pilatos manda escrever em três idiomas a expressão: Rei dos judeus, ele estava tão somente afirmando o que Jesus realmente era. Por essa razão os religiosos se enfureceram com esta afirmação, pedindo que a escrita dissesse que ele que se dizia ser, mas a resposta de Pilatos confirmou o que a Escritura já dizia a respeito de Jesus: Ele é o rei dos judeus.
         Observe alguns textos que nos dá maiores esclarecimentos a respeito da morte de Jesus como cumprimento da vontade de Deus:

Novo Testamento:
“E crucificaram com ele dois salteadores, um à sua direita, e outro à esquerda. E cumprindo-se a Escritura que diz: E com os malfeitores foi contado.”  Marcos 15:27-28
Isaías já havia profetizado sobre esse momento:
"Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores." Isaías 53:12

Novo Testamento:
“Tendo, pois, os soldados crucificado a Jesus, tomaram as suas vestes, e fizeram quatro partes, para cada soldado uma parte; e também a túnica. A túnica, porém, tecida toda de alto a baixo, não tinha costura. Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela, para ver de quem será. Para que se cumprisse a Escritura que diz: Repartiram entre si as minhas vestes, E sobre a minha vestidura lançaram sortes. Os soldados, pois, fizeram estas coisas." João 19:23,24
Davi já havia profetizado:
Repartem entre si as minhas vestes, e lançam sortes sobre a minha roupa.Salmos 22:18

Novo Testamento:
 “Depois, sabendo Jesus que já todas as coisas estavam terminadas, para que a Escritura se cumprisse, disse: Tenho sede. Estava, pois, ali um vaso cheio de vinagre. E encheram de vinagre uma esponja, e, pondo-a num hissopo, lha chegaram à boca.” João 19:28
O salmista Davi havia profetizado:
 "Deram-me fel por mantimento, e na minha sede me deram a beber vinagre."Salmos 69:21

Novo Testamento:
 “Mas, vindo a Jesus, e vendo-o já morto, não lhe quebraram as pernas. Contudo um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. E aquele que o viu testificou, e o seu testemunho é verdadeiro; e sabe que é verdade o que diz, para que também vós o creiais. Porque isto aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz: Nenhum dos seus ossos será quebrado." João 19:33-36
Mais uma vez Davi profetiza a respeito do que aconteceu com Jesus:
"Ele lhe guarda todos os seus ossos; nem sequer um deles se quebra." Salmos 34:20

         Muitas outras profecias se deram neste momento da crucificação de Jesus como forma de cumprimento da Escritura, mas destaquei somente esses para nossa meditação e como forma também de edificação da nossa fé. Naquele momento muitos acreditavam que era o fim para Jesus, mas como Filho obediente, fez tudo que devia, acreditando que o Pai não O havia abandonado, mas, pelo contrário, estava em todo o momento da situação permitindo que tudo acontecesse.
Será que podemos crer que os momentos difíceis da nossa vida não são para derrota, mas para nosso próprio bem e para a glorificação do Nome de Jesus?  É, eu sei que em certas situações é bem difícil entender a vontade de Deus, mas como bem a Escritura nos diz, tudo foi "para que a Escritura se cumprisse".  Escritura significa a vontade de Deus soberana sobre sua criação. Até mesmo os discípulos no momento da agonia de Jesus, esqueceram-se das palavras do Mestre que tanto os ensinou.

Que possamos crer que Deus é Soberano!
Que possamos crer que tudo está consumado, tudo está feito por Jesus na cruz!

"Tudo o que o Senhor quis, fez, nos céus e na terra, nos mares e em todos os abismos." Salmos 135:6

Utilizei a Bíblia com tradução Almeida Corrigida e Revisada Fiel

Autora: Marlene Mello

Atalaia, eu?




“A ti, pois, ó filho do homem, te constituí por atalaia sobre a casa de Israel; tu, pois, ouvirás a palavra da minha boca, e lha anunciarás da minha parte.
Se eu disser ao ímpio: Ó ímpio, certamente morrerás; e tu não falares, para dissuadir ao ímpio do seu caminho, morrerá esse ímpio na sua iniqüidade, porém o seu sangue eu o requererei da tua mão.
Mas, se advertires o ímpio do seu caminho, para que dele se converta, e ele não se converter do seu caminho, ele morrerá na sua iniqüidade; mas tu livraste a tua alma.”  Ezequiel 33:7-9


Em 593 a. C., Deus exortava o homem por causa dos seus erros. Hoje, Deus continua sendo o mesmo em relação ao pecado. Ele colocou sobre a Sua igreja a tarefa de vigiar. Não só vigiar para si mesmo, mas vigiar como forma de alerta, advertindo o pecador sobre o seu pecado, pois aquele que não assim fizer será culpado juntamente com o pecador. Que dura palavra esta, não é?

Entendemos que Ezequiel, na sua natureza humana, não queria advertir o povo de seus erros, mas assim ele fez. Ele sabia que o povo era resistente à vontade de Deus, mas mesmo assim, tinha que pregar. O homem que entende as ordenanças de Deus é um bem-aventurado, tanto nesta vida como no porvir.

O atalaia é aquele que fala a verdade não apenas para o mundo ímpio, mas adverte, também, a igreja sobre a necessidade de viver uma vida de santidade. A mensagem do atalaia é espiritual, seu conteúdo fala do céu, das vestes santas, fala de uma verdadeira comunhão com Deus. Ele é como uma trombeta que anuncia o que vai acontecer, sempre soando as palavras na hora certa. 
Dura missão, você não acha? Mas é possível, quando fazemos em nome do Senhor.
O mundo não tem a percepção para entender a vinda do Filho do Homem, como também não percebia a chegada do dilúvio, mas mesmo assim, Noé anunciava, alertava a todos que podiam ouvir.

“Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca,
E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem.” Mateus 24:38-39

“Mas tu lhes dirás as minhas palavras, quer ouçam quer deixem de ouvir, pois são rebeldes.” Ezequiel 2:7

Como está a nossa posição de atalaia? Estamos usando a nossa trombeta para anunciar ou estamos recuando? Estamos falando a verdade? Estamos na torre de vigia como Deus ordenou que estivéssemos?

Deus vos abençoe.

Autora: Marlene Mello

Entendendo um pouco sobre 1 João 5:14






 
E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve.”

                                                           

João trata de coisas simples que ao mesmo tempo são fundamentais na vida de um cristão. Vemos que ele nos convida a viver uma vida de inteira confiança em Deus, aproximando-nos Dele pela oração e pela fé. João fala com tanta propriedade que nos faz até mesmo a indagarmos as seguintes questões:  Como saber a vontade de Deus para minha vida? Quando Deus vai me responder? 
Quando observamos o Antigo Testamento, mais especificamente em Salmos 125:1, contemplamos a grande segurança nas palavras de Davi ao demonstrar que verdadeiramente ele tinha aprendido a confiar em Deus mesmo em momentos difíceis de sua vida. Ele nos diz que “os que confiam nas promessas do Senhor tornam-se como montes firmados em Sião, penetrados no assento sólido sem condições de se abalar”.

Confiar no Senhor cercado pelos inimigos, sendo perseguido pelo rei, vendo flechas em sua direção, conviver com traidores, realmente é preciso ter fé e acreditar. É fazer como o autor aos hebreus 10:23 que diz “Apeguemo-nos com firmeza à esperança que professamos, pois aquele que prometeu é fiel".

Quando falamos em confiança, entendemos que o que João fala é o mesmo o que Tiago diz em sua epístola 1:6, advertindo-nos a “pedirmos sem duvidar”.

Pedir com fé, sem duvidar, mesmo diante de circunstâncias contrárias? Mesmo vendo anos se passando e, aos nossos olhos, não contemplar o que pedimos?  Mas como saber se Deus nos ouve mesmo?

Em Isaías 59:1, vemos a fidelidade de Deus sendo mencionada na seguinte expressão: “a mão do Senhor não se encolhe para os justos, e nem seu ouvido não se tapa para que não possa ouvir.

Isso é simplesmente maravilhoso! Que promessa sem igual!

Portanto, compreendemos que Deus é fiel para fazer muito mais do que imaginamos que Ele possa fazer. A grande questão de 1 João 5:14 está justamente em sabermos que a vontade que prevalece não é a nossa , e sim a de Deus, pois se sabemos que Ele nos ouve, obteremos os pedidos que estiverem dentro de Sua absoluta vontade. Logo, a vontade de Deus e o seu amor por nós vão ser revelados em sua melhor escolha, ainda que não seja o que pedimos.


Ore com fé, não duvide, e creia que a vontade de Deus é sempre a melhor.


Deus vos abençoe.

Autora:  Marlene Mello