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DOGMAS DA IGREJA CATÓLICA

Maria, mãe de Deus: Concílio de Éfeso, 431

Maria, mãe de Jesus: na Bíblia - Mateus 1.18-25

Maria, sempre virgem: Ela teria mantido nessa condição por toda a vida. Dogma aceito no século 4

Maria teve outros filhos: na Bíblia - Mateus 12.46-50; Marcos 3.31-35; 6.3-4; Lucas 8.19-21

Maria, imaculada: Foi concebida e nasceu livre do pecado original. Dogma declarado pelo papa Pio IX, em 1854

Maria nasceu sob o pecado: na Bíblia - Lucas 1.47; Romanos 3.23; 5.12

Maria, assunta ao céu: O corpo de Maria subiu ao céu. Dogma declarado pelo papa Pio XII, 1m 1950

Maria aguarda a ressurreição: 1 Tessalonicenses 4.13-18

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Aqui vemos a diferença da Maria da Bíblia Sagrada, inspirada pelo Espírito Santo e da Maria criada pela Igreja Católica. Assim a Igreja Romana, na ansiedade de defender e "provar" seus ensinos sobre Maria, tornou-se Mariocêntrica.

Vejamos outros exemplos:

1) O terço romano: são 50 décimas, e para cada 10 ave-marias um Pai-nosso, assim dá: 50 ave-marias e 10 Pai-nossos. Ora-se mais a Maria, que ao Pai.

2) Existem mais Igrejas Romanas em honra, louvor, adoração e homenagem a Maria, que a Jesus Cristo.

3) No Brasil e no mundo existem mais Igrejas Romanas dedicadas a Maria primeiramente, depois em honra aos santos e finalmente a Jesus.

4) Até na idolatria, ou na confecção de imagens de esculturas, fazem-se mais imagens de Maria, que de Jesus. Quando a imagem de Jesus é presente, trata-se de uma criança indefesa nos braços de sua mãe, ou de um Cristo (adulto) em sofrimento na cruz.

5) Os carismáticos romanos colam mais adesivos de Maria em seus veículos, do que de Jesus.

6) Dos adeptos da Igreja Romana, há mais aparições, sonhos e revelações de Maria, que de Jesus.

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O que significa "Afasta de mim esse cálice"?

“E adiantando-se um pouco, prostrou-se com o rosto em terra e orou, dizendo: Meu Pai, se é possível, passa de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres” (Mt 26:39)
 Uma notável discussão surge com relação ao verdadeiro significado do “cálice” citado por Jesus em Mt 26:39-42; Mc 14:36 e Lc 22:42.
 Essa discussão envolve: 1. A afirmação de que este cálice seria o medo de Cristo frente ao martírio que viria a acontecer; 2. A afirmação de que este cálice seria o medo de Cristo frente ao desconhecido que estaria por vir; 3. A afirmação de que este cálice seria o horror e a angústia que Cristo sentia diante do fato de saber que estaria sendo levado frente ao julgamento Divino.
 Com isso estabelece-se a discussão, e por isso se faz necessário analisar cada uma das afirmações citadas na busca pela compreensão do real significado do texto bíblico.
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